R E D S H I F T • A mudança aparente na freqüência das ondas de luz causada pelo movimento relativo entre as estrelas e a Terra indica que quase tudo que podemos observar no universo está se movendo rapidamente para longe de nós.

Com o distânciamento, a freqüência das ondas emitidas pelos corpos celestes diminui e a luz que pode ser observada se torna vermelha. Esse efeito, chamado de “redshift”, é uma das principais evidências do Big Bang, ao mesmo tempo que indica que o futuro dos astros é solitário.

É a quantidade de matéria presente no universo que deverá definir se o derradeiro destino do cosmo será o da expansão indefinida rumo a uma morte fria, em meio à obscuridade mais absoluta, ou se o esgarçamento do espaço-tempo será travado e revertido para uma reaproximação da matéria que acabaria colapsando em uma nova singularidade, dando início a um novo universo.

A matéria visível não possui densidade suficiente para frear a expansão e inverter o movimento. É, portanto, a matéria escura, sobre a qual ainda sabemos muito pouco, que poderá reaproximar as estrelas mortas e fazer renascer a luz.

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