Pela expressão genuína de todos os seres, a Humans & Aliens é uma marca de jaquetas excêntricas criadas para atravessar as dimensões do espaço-tempo em peças únicas e edições limitadas.
Depois de passar 5 anos fazendo curadoria de produto e depois de uma vida sendo a tarada das jaquetas, eu (que aqui vos falo) decidi partir para o trabalho autoral. A ideia da marca surgiu acidentalmente (mais ou menos como a espécie humana) durante a produção de um filme editorial chamado The Grenade, feito para o meu então e-commerce de moda feminina.
O desejo de criar já me perseguia e o amor por casacos, jaquetas e coletes incomuns também, mas a possibilidade de juntar nerdices com moda e de brincar de conectar referências do passado e do presente com um ideal de futuro só chegou em mim no ano passado, quando eu passava horas assistindo vídeos no youtube sobre a teoria de cordas e me sentia culpada por não estar consumindo conteúdo de moda. Foi quando um físico americano chamado Michio Kaku disse num desses vídeos "what if aliens are waiting for us to evolve?" e eu resolvi escrever isso na minha jaqueta. 
Naquele momento, eu decidi fazer mais algumas peças para lançar com o The Grenade. Foi tão divertido que inventei a Humans & Aliens pra poder continuar fazendo isso. A marca estreou em 17 de fevereiro de 2017 e nossas peças são produzidas na região de Porto Alegre - RS - Brasil - Via Láctea - Universo conhecido.

Luiza

Quando astrofísicos procuram por civilizações alienígenas, eles não procuram por homenzinhos verdes a bordo de discos voadores. Eles procuram por consumo de energia. Mais especificamente, por civilizações planetárias, estelares ou galácticas.

Uma civilização planetária controla todas as formas de energia do planeta. Controla o clima e os oceanos, manipula terremotos e vulcões. Uma civilização estelar controla a energia de estrelas e nada conhecido pela ciência pode destruí-la. Nem mesmo a morte do seu sol é um problema porque, nesse estágio de evolução, é possível encontrar outra estrela e mover o planeta de local ou reascender a energia do sol. Uma civilização galáctica controla a energia de uma galáxia, controla buracos negros e portais para outras dimensões. Esse tipo de civilização é capaz de manipular o espaço-tempo.
Nossa espécie surgiu há quase 200 mil anos e há apenas 400 anos atrás, Giordano Bruno foi queimado vivo por afirmar que existiam outros planetas além da Terra. Hoje, a cada semana, encontramos um novo planeta orbitando uma estrela diferente da nossa. A civilização que agora vive é privilegiada por estar testemunhando o início da maior transição da história da humanidade. Ainda obtemos energia a partir de plantas mortas, petróleo e carvão, mas por volta do ano 2.100, seremos capazes de controlar a energia do nosso planeta e de impedir que desastres naturais aconteçam. Estamos presenciando as dores do parto do nascimento de uma civilização planetária.
A cada dia as manchetes apontam para duas fortes tendências. Uma delas, orientada para o surgimento dessa nova civilização, que é global, científica, multicultural e tolerante. A outra, orientada para a sua destruição através da barbárie, do fundamentalismo, do sectarismo e da intolerância.
Somos constituídos pelos elementos mais abundantes no universo: carbono, água e oxigênio. Não somos raros. Presume-se que civilizações como a nossa sejam comuns, porém poucas delas teriam sido bem sucedidas em fazer a transição para uma civilização planetária, porque é nesse estágio que também se adquire tecnologia para cometer suicídio em escala global.
Se formos capazes de controlar os nossos impulsos destrutivos, é provável que, por volta da metade desse século, façamos contato com uma civilização inteligente extraterrestre. Talvez eles estejam esperando pela nossa evolução.

Humans & Aliens

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