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R E D S H I F T

R E D S H I F T • A mudança aparente na freqüência das ondas de luz causada pelo movimento relativo entre as estrelas e a Terra indica que quase tudo que podemos observar no universo está se movendo rapidamente para longe de nós.

Com o distânciamento, a freqüência das ondas emitidas pelos corpos celestes diminui e a luz que pode ser observada se torna vermelha. Esse efeito, chamado de “redshift”, é uma das principais evidências do Big Bang, ao mesmo tempo que indica que o futuro dos astros é solitário.

É a quantidade de matéria presente no universo que deverá definir se o derradeiro destino do cosmo será o da expansão indefinida rumo a uma morte fria, em meio à obscuridade mais absoluta, ou se o esgarçamento do espaço-tempo será travado e revertido para uma reaproximação da matéria que acabaria colapsando em uma nova singularidade, dando início a um novo universo.

A matéria visível não possui densidade suficiente para frear a expansão e inverter o movimento. É, portanto, a matéria escura, sobre a qual ainda sabemos muito pouco, que poderá reaproximar as estrelas mortas e fazer renascer a luz.

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IN.FORMAÇÃO IN.FORMAÇÃO

IN.FORMAÇÃO

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Nossa pele se renova mensalmente, nosso fígado, a cada seis semanas, e até nosso cérebro altera o seu conteúdo de carbono, nitrogênio e oxigênio mais ou menos a cada 12 meses. Nossas células mudam constantemente, assimilando elementos de outros organismos para criarem novas células e, apesar desse intercâmbio constante de matéria física, nos mantemos consideravelmente estáveis. Isso porque em qualquer ponto do corpo-mente a matéria se origina a partir de um elemento fundamental, ainda que invisível >> a in-formação.

Antes de sermos estruturas físicas que processam informação, somos informação imaterial que se organiza em uma estrutura física. Uma célula é uma memória que criou matéria ao seu redor, formando um padrão específico. Ou, nas palavras do médico/filósofo Deepak Chopra, o corpo é tão somente o lugar que a memória chama de lar.

Hoje, com a tecnologia atual, é possível teletransportar apenas fótons (partículas de luz) e alguns átomos. Mas no futuro, os cientistas esperam que sejamos capazes de teletransportar moléculas de água por exemplo e, depois disso, talvez o DNA. 

É sabido que as leis da física permitem o teletransporte de um corpo humano (só não temos tecnologia para isso ainda). Porém, no teletransporte quântico, o que é teletransportado não é a matéria em si, mas a informação que a contém. Isso significa que, no processo, o corpo original é destruído. O que se preserva e o que pode percorrer distâncias inimagináveis é a informação, capaz de originar um ser idêntico ao anterior a partir de si mesma. 

Mas se um ser vivo pode se desintegrar e ressurgir/ressuscitar em outro local com a mesma consciência, onde estaria a alma? Seria alma o termo espiritual para informação?

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REMEMBER THE FUTURE

Algumas das imagens que chegaram até as lentes do telescópio Hubble viajaram por 12 bilhões de anos até nos encontrar. Isso significa que chegamos perto de fotografar o Big Bang. Colecionamos memórias longínquas de corpos que nasceram e deixaram de existir bilhões de anos antes da vida na Terra. É possível que uma civilização do futuro, daqui a 100 milhões de anos ou mais, capture a luz que nossa galáxia, nosso sol, nosso planeta estão emitindo hoje. Ainda que a matéria pereça, a energia permanecerá viajando enquanto luz por todas as direções do espaço-tempo e, em qualquer momento que seja captada por um observador, essa informação se transformará em lembranças do futuro.

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