WHAT IF ALIENS ARE WAITING FOR US TO EVOLVE?

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Nossa espécie surgiu há quase 200 mil anos e há apenas 400 anos atrás, Giordano Bruno foi queimado vivo por afirmar que existiam outros planetas além da Terra. Hoje, a cada semana, encontramos um novo planeta orbitando uma estrela diferente da nossa. A civilização que agora vive é privilegiada por estar testemunhando o início da maior transição da história da humanidade.
Quando astrofísicos procuram por civilizações alienígenas, eles não procuram por homenzinhos verdes a bordo de discos voadores. Eles procuram por consumo de energia. Mais especificamente, por civilizações planetárias, estelares ou galácticas.  
Uma civilização planetária controla todas as formas de energia do planeta. Controla o clima e os oceanos, manipula terremotos e vulcões.  Uma civilização estelar controla a energia de estrelas e nada conhecido pela ciência pode destruí-la. Nem mesmo a morte do seu sol é um problema porque, nesse estágio de evolução, é possível encontrar outra estrela e mover o planeta de local ou reascender a energia do sol. Uma civilização galáctica controla a energia de uma galáxia, controla buracos negros e portais para outras dimensões. Esse tipo de civilização é capaz de manipular o espaço-tempo.
Nós, terráqueos, ainda obtemos energia a partir de plantas mortas, petróleo e carvão, mas por volta do ano 2.100, seremos capazes de controlar toda a energia do nosso planeta e de impedir que desastres naturais aconteçam. Estamos presenciando as dores do parto do nascimento de uma civilização planetária.
A cada dia as manchetes apontam para duas fortes tendências. Uma delas, orientada para o surgimento dessa nova civilização, que é global, científica, multicultural e tolerante. A outra, orientada para a sua destruição através da barbárie, do fundamentalismo, do sectarismo e da intolerância.
Somos constituídos pelos elementos mais abundantes no universo: carbono, água e oxigênio. Não somos raros. Presume-se que civilizações como a nossa sejam comuns, porém poucas delas teriam sido bem sucedidas em fazer a transição para uma civilização planetária, porque é nesse estágio que também se adquire capacidade para cometer suicídio em escala global.
Se formos capazes de controlar os nossos impulsos destrutivos e de abrir mão das nossas certezas para abraçar o desconhecido, é provável que, por volta da metade desse século, façamos contato com uma civilização inteligente extraterrestre. Talvez eles estejam esperando pela nossa evolução.

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