IN.FORMAÇÃO

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Nossa pele se renova mensalmente, nosso fígado, a cada seis semanas, e até nosso cérebro altera o seu conteúdo de carbono, nitrogênio e oxigênio mais ou menos a cada 12 meses. Nossas células mudam constantemente, assimilando elementos de outros organismos para criarem novas células e, apesar desse intercâmbio constante de matéria física, nos mantemos consideravelmente estáveis. Isso porque em qualquer ponto do corpo-mente a matéria se origina a partir de um elemento fundamental, ainda que invisível >> a in-formação.

Antes de sermos estruturas físicas que processam informação, somos informação imaterial que se organiza em uma estrutura física. Uma célula é uma memória que criou matéria ao seu redor, formando um padrão específico. Ou, nas palavras do médico/filósofo Deepak Chopra, o corpo é tão somente o lugar que a memória chama de lar.

Hoje, com a tecnologia atual, é possível teletransportar apenas fótons (partículas de luz) e alguns átomos. Mas no futuro, os cientistas esperam que sejamos capazes de teletransportar moléculas de água por exemplo e, depois disso, talvez o DNA. 

É sabido que as leis da física permitem o teletransporte de um corpo humano (só não temos tecnologia para isso ainda). Porém, no teletransporte quântico, o que é teletransportado não é a matéria em si, mas a informação que a contém. Isso significa que, no processo, o corpo original é destruído. O que se preserva e o que pode percorrer distâncias inimagináveis é a informação, capaz de originar um ser idêntico ao anterior a partir de si mesma. 

Mas se um ser vivo pode se desintegrar e ressurgir/ressuscitar em outro local com a mesma consciência, onde estaria a alma? Seria alma o termo espiritual para informação?

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